Juros baixos movimentam setor imobiliário no Brasil

Juros baixos movimentam setor imobiliário no Brasil

O setor imobiliário já passou da fase de previsões e agora observa um grande aumento nas vendas de imóveis e na liberação de novos alvarás de construção. Com taxa Selic a 2%, a menor da história, e demanda dos últimos anos, setor registrou o melhor resultado desde o ano de 2014, mesmo com os preços podendo subir. Leia sobre esse assunto a seguir. 

Crescimento do mercado imobiliário

De acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a  Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), entre os meses de junho e agosto, as vendas de imóveis no Brasil cresceram cerca de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apenas no mês de julho, o número de vendas subiu 58% comparado com o mesmo período de 2019. Esse foi o melhor resultado desde 2014. 

O crescimento no setor imobiliário é reflexo da demanda dos últimos anos e da busca por um imóvel que proporcione melhor qualidade de vida e bem-estar, visto que, com a pandemia, as pessoas passaram a estar mais tempo em suas casas. Mas, o que realmente proporcionou esse momento foram os juros baixíssimos.

Juros Baixos

No final do segundo trimestre de 2020, foram vendidos aproximadamente 75% dos imóveis destinados ao segmento de baixa renda através dos programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida e o novo Casa Verde Amarela. Segundo especialistas da área, essa demanda foi estrutural, vinda de famílias que buscam imóveis para viverem melhor. 

A taxa Selic a 2%, a menor da história, e as reduções das taxas de financiamento dos grandes bancos, fizeram com que os interessados procurassem imóveis mesmo no meio de uma pandemia. Por exemplo, a Caixa Econômica Federal reduziu, no começo de outubro, o piso de financiamento imobiliário para para 6,25% ao ano, com teto em 8%, mais a taxa referencial (TR). Com essa mudança, a parcela inicial pode cair até 25%. 

Valorização de imóveis em Itajaí

Segundo o Índice FipeZap, no ano de 2019, a cidade de Itajaí foi destaque no cenário econômico nacional com a valorização dos imóveis. O valor médio dos imóveis cresceu cerca de 4,16%, o maior aumento de Santa Catarina e o segundo maior do Brasil. Além do maior crescimento percentual, em 2019 Itajaí também teve o quarto maior o preço médio do metro quadrado dos imóveis de Santa Catarina, custando até R$ 6.088,00. 

A Criar conta com empreendimentos para todos os gostos e estilos, incluindo unidades com possibilidade de financiamento pelo programa Casa Verde Amarela. Entre em contato com a gente e conheça todas as facilidades para conquistar o sonho do imóvel próprio. Acesse: https://www.criarempreendimentos.com.br/ 

Fonte: Veja, OCP News, Folha do Litoral

Como o alto Score de CPF pode influenciar na compra de um imóvel?

Como o alto Score de CPF pode influenciar na compra de um imóvel?

Você sabe o que é um Score de CPF? É uma pontuação de 0 a 1000 que tem o objetivo de avaliar o seu histórico de dívidas e pagamentos por parte das empresas. Esse número também visa entender qual é o risco de inadimplência do solicitante ao pedir crédito no mercado. Quanto maior for o número do seu Score, perto do 1000, maiores são as chances de conseguir crédito. Confira algumas dicas a seguir. 

Como ter um alto score?

Para que seu Score tenha uma pontuação alta, é indispensável que você procure as empresas com a qual você tem alguma dívida para renegociar e retirar o seu nome das listas de inadimplentes. Se você puder, inclua todas as suas contas em débito automático para não ter futuras dores de cabeça. 

Basta solicitar às empresas de telefonia e energia elétrica para fazer isso para você, pois é fácil e simples. Outra alternativa para se ter um alto Score de CPF é manter todos os dados cadastrais atualizados junto ao Serasa. 

Evite fazer muitas consultas de crédito com o seu CPF, isso pode significar uma grande instabilidade financeira.

O que um alto Score permite fazer?

Quanto maior for o Score do seu CPF, maiores são as suas chances de cumprir com compromissos financeiros pelos próximos 12 meses, além de ter acesso facilitado no mercado de crédito. A sua pontuação também pode ser usada como uma informação adicional para a tomada de decisão em fechamentos de contratos e financiamentos. 

Por exemplo, para conseguir a aprovação de um contrato de financiamento imobiliário, onde é necessário ter crédito disponível, seus dados, incluindo o seu Score de CPF, passam por uma ampla análise de fatores que são exigidos pela instituição financeira escolhida. O não atendimento de crédito pode fazer com que as coisas não deem certo. Por isso, manter uma alta pontuação é necessário nesse momento. 

A Criar possui empreendimentos para que você realize o sonho do imóvel próprio com facilidade através do programa MCMV. Entre em contato com a gente e conheça as melhores opções de imóveis para a sua família. 

Fonte: Rio Verde, Serasa, Consumidor Positivo

Quais taxas se pagam ao comprar um imóvel em Santa Catarina?

Quais taxas se pagam ao comprar um imóvel em Santa Catarina?

Quando pretender adquirir um imóvel, você deve levar em consideração que, além do valor da casa ou apartamento, outros custos também aparecerão pelo caminho. O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Fundo de Reaparelhamento do Judiciário (FRJ) não podem ser ignorados pelos compradores de um imóvel. Outras taxas como registro e escrituração também são indispensáveis nesse momento. Entenda cada uma.

O que é ITBI?

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) está previsto na Constituição Federal e ocorre em qualquer transação imobiliária onerosa realizada entre pessoas vivas, ou seja, não recai sobre imóveis inventariados. A propriedade só pode ser transferida para o nome do comprador após o pagamento do ITBI. Se isso não acontecer, o comprador não terá direito de constar como proprietário na matrícula e no registro do imóvel a ser adquirido.

O ITBI é calculado a partir do valor de mercado do imóvel ou o que for declarado pelo contribuinte. A média da alíquota nas grandes cidades brasileiras é de 2% e 3%, podendo variar de município para município. 

Quem compra o primeiro imóvel tem desconto no ITBI?

Algumas pessoas costumam confundir o que determina a Lei 6.941/1981. Ela informa que os compradores do seu primeiro imóvel têm descontos de 50% no processo de escritura e registro. Para obter esse desconto, a compra precisa ser realizada por meio de um financiamento do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

A Lei de Registros Públicos (Lei 6015/73) diz que o desconto é válido para quem comprou o imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da caderneta de poupança e do fundo de garantia. “O comprador tem que ter o propósito de morar no imóvel”.

O que é FRJ?

Já o Fundo de Reaparelhamento do Judiciário (FRJ) é uma unidade orçamentária que recolhe os custos relativos aos atos judiciais e serviços notariais e também de registro com valores superiores a R$ 20.400,00 praticados nos cartórios do estado de Santa Catarina. Ou seja, é uma taxa comum de ser cobrada na compra de imóveis. 

A taxa do FRJ é de 0,3% do maior valor do negócio a ser realizado, porém existe um custo de cobrança de R$ 660,00 que deve ser pago através de um boleto bancário em até 30 dias após o fechamento do negócio.

Quais são as outras taxas cobradas?

Ao comprar um imóvel, você deve estar atento e ter bastante cuidado em todas as etapas do processo. O ideal é que se tenha uma organização financeira para arcar com todos os custos necessários além do valor principal da casa ou apartamento. Outras taxas importantes são as seguintes.

  • Escrituração: um dos documentos mais importantes na compra de um imóvel é a escritura pública, pois é por meio dela que é comprovada, formalmente em cartório, a aquisição da casa ou apartamento. Os valores podem variar de estado para estado.
  • Registro: a compra de imóveis deve ser registrada em cartório para que a titularidade da propriedade seja transferida de uma pessoa para outra. Se isso não for feito, a mudança de nome do proprietário não acontece, podendo ocorrer problemas judiciais. 

Na Criar Empreendimentos, você encontra empreendimentos ideais para dar o primeiro passo para o futuro. Entre em contato com a gente e escolha o melhor apartamento para sua família. 

Fonte: Racon, Zelt

Como utilizar o FGTS para quitar a entrada do imóvel próprio?

Como utilizar o FGTS para quitar a entrada do imóvel próprio?

Para quem está planejamento investir na compra de um imóvel residencial, seja casa ou apartamento, o saldo do FGTS pode ser utilizado na hora da contratação como entrada ou parte do financiamento escolhido. Mas você sabe como isso funciona? Veja a seguir.

Quais as vantagens?

Se você não possui o valor necessário para dar entrada no financiamento, o saldo do FGTS ajuda a alcançar esse objetivo de maneira rápida. Utilizar o benefício também é importante para reduzir o valor que será financiado pelo banco, assim você reduz o número de parcelas, o valor das prestações mensais e paga menos juros durante o processo.

Quem pode usar?

Qualquer pessoa que tenha trabalhado por no mínimo de 3 anos acumulados com carteira assinada, contribuindo regularmente, pode ter acesso a esse benefício. Esse período não precisa ser contínuo e você poderá ter acesso pelo tempo de contribuição somado, seja através de uma empresa ou mais.

Fique atento: para usar o FGTS você não pode ter outro financiamento em aberto, não pode já ter um imóvel próprio e deve ser o titular legítimo do imóvel a ser financiado.

Quando é possível retirar o FGTS?

De acordo com as regras, o saldo do FGTS só pode ser utilizado para a compra de um imóvel residencial, em fase de construção ou já construído. O valor também pode ser usado para dar entrada em um financiamento regido pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou por outros programas do governo.

Quais são os pré-requisitos?

O investidor e a propriedade a ser negociada devem seguir alguns pré-requisitos para que o FGTS seja liberado, sendo eles:

– O imóvel precisará passar por uma vistoria para atestar as condições de habitabilidade;

– O imóvel deve atender às necessidades de moradia do titular;

– A propriedade não pode ter sido financiada com o uso do FGTS nos últimos 3 anos;

– O financiamento e a propriedade devem estar no mesmo nome;

– O investidor não pode ter utilizado o FGTS por pelo menos 3 anos antes;

– A propriedade deve estar localizada em uma área urbana.

Quais os limites para financiar o imóvel?

Cada estado apresenta diferentes regras, porém segundo o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), apenas financiamentos de propriedades com o valor máximo de R$ 500 mil podem ter o FGTS liberado. Por isso, estudar a legislação e as comparar às informações com o valor do imóvel é importante para saber a viabilidade dos processos.

Você ainda tem dúvidas de como utilizar o FGTS na entrada do seu tão sonhado imóvel próprio? Fale com a Criar Empreendimentos pelos telefones (47) 3514-5800 ou (47) 9 9293-8901.

Fonte: Como Comprar Um Apartamento, Caixa Econômica Federal, Imovél Web

Investimento seguro: por que é o momento de apostar na compra de um imóvel?

Investimento seguro: por que é o momento de apostar na compra de um imóvel?

A compra de um imóvel é uma excelente aposta por diversas razões, mas uma das que mais chama atenção é ser um investimento seguro. Por isso, em tempos de crise acaba ganhando destaque entre as modalidades do mercado, sendo favorecido por alguns fatores, entre eles o seu alto valor tangível e a possibilidade de valorização.

No momento atual, em que enfrentamos uma pandemia mundial, encontramos um cenário econômico favorável para a compra de um imóvel. Além do estímulo à retirada de crédito ao menor custo já praticado no país, é possível desfrutar de algumas facilidades financeiras como a carência para realização de financiamentos imobiliários. Veja tudo sobre o assunto a seguir neste post

Segurança patrimonial

O investimento imobiliário é uma das modalidades que tem menor flutuação de preço — quando comparado ao investimento em capitais, por exemplo — e, por isso, garante a você um investimento mais seguro. Sendo assim, você adquire um bem rentável e ainda conta com a segurança de um patrimônio que não coloca o seu dinheiro em situação de risco — ou seja, tudo o que precisamos em períodos econômicos conturbados. 

Sem falar que, neste momento, o valor dos imóveis em geral é reduzido para tornar mais fácil a venda. Portanto, além de estar apostando em um negócio vitalício, que não perde valor ao longo tempo, e que pode render uma alta rentabilidade no futuro, você poderá comprar o imóvel por um preço mais baixo do que o valor praticado no mercado normalmente.

Facilidades financeiras

Outra oportunidade que o mercado oferece hoje devido, principalmente, à pandemia do novo coronavírus, é a queda na taxa Selic. Esse cenário é visto como um fator positivo para o mercado de imóveis, que pode operar com redução de taxas de financiamento imobiliário para manter o segmento aquecido.

Neste contexto, como medida de incentivo, a Caixa Econômica Federal anunciou uma série de alternativas para flexibilizar o pagamento de financiamentos habitacionais, a fim de estimular a economia no setor. Estão entre as principais determinações empreendidas: 

  • Carência de 180 dias para novos contratos de financiamento;
  • Pagamento parcial dos encargos por 90 dias;
  • Liberação de até 2 parcelas na construção individual sem vistoria;
  • Negociação de contratos em atraso de 61 dias a 180 dias, com incorporação de encargos e pausa concomitante.

Valorização

Além das facilidades econômicas, é importante ressaltar que um imóvel é um ativo que, independente do período, continua sendo valorizado, não só por ter uma localização privilegiada, oferecer segurança e ter uma boa infraestrutura, mas pela possibilidade de otimiza-lo ao longo do tempo, com reformas e manutenções, gerando benefícios ao patrimônio — afinal, essa é uma ótima maneira de aumentar o seu valor, tornando o bem ainda mais rentável a você.

Agora que você já sabe qual o investimento mais seguro a ser feito e sabe que a compra de um imóvel deve ser uma das suas principais opções na atual conjuntura econômica, confira os nossos empreendimentos e escolha o imóvel ideal para você. Deseja saber mais sobre o mercado imobiliário? Então continue acompanhando o blog da Criar Empreendimentos e as nossas publicações!

Leia também: Lar dos sonhos: o que observar na hora de adquirir o primeiro imóvel

Financiamento imobiliário: tudo sobre o Minha Casa Minha Vida

Financiamento imobiliário: tudo sobre o Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) é um projeto do governo federal lançado em março de 2009 que procura facilitar o acesso ao financiamento imobiliário para pessoas adquirirem a casa própria em áreas urbanas ou rurais. Desde então, várias famílias têm aproveitado os seus subsídios para realizar o sonho da compra de um imóvel, além de ser um forte incentivo à economia, principalmente para o setor da construção civil

Durante esses anos, o programa passou por alguns ajustes. Você sabe quais são as suas condições em 2020? Neste post, nós, da Criar Empreendimentos, separamos essas e outras informações para você!

Como funciona o Minha Casa Minha Vida?

O programa tem como objetivo auxiliar na solução do déficit habitacional que o Brasil enfrenta. Para isso, conta com uma série de características que incentivam melhores condições para a compra de um imóvel. Entre elas, estão as taxas de juros menores ao operar na condição e a carência de até 24 meses para que o contemplado comece a pagar o financiamento se o imóvel foi adquirido na planta.

Para ingressar no programa é necessário cumprir alguns requisitos, e estar dentro do perfil de renda determinado é um deles. Atualmente, o MCMV atende a famílias com renda de até R$ 9 mil. Pelos critérios, quanto menor o orçamento familiar, maior o subsídio concedido pelo governo. Conheça as faixas de renda familiar que o programa contempla:

  • Faixa 1 (renda mensal de até R$ 1.800,00) — com financiamento de até 120 meses e com prestações que variam entre R$ 80,00 e R$ 270,00;
  • Faixa 1,5 (renda mensal de até R$ 2.600,00) — taxa de juros de 5% ao ano, 30 anos para pagar e subsídios de até R$ 47.500;
  • Faixa 2 (renda mensal de até R$ 4 mil) — financiamento de até 30 anos e subsídios de até R$ 29.000;
  • Faixa 3 (renda mensal de até R$ 9 mil) — com financiamento de até 30 anos e taxas de juros diferenciadas.

Mudanças no programa em 2020

Em 2020, o Minha Casa Minha Vida opera com novas regras. Além das faixas de renda que tiveram seus limites ampliados, a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para adquirir o imóvel também sofreu mudanças. O valor do teto foi ampliado de acordo com a localidade. 

No Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro o teto passou de R$ 225 mil para R$ 240 mil; Já nas capitais do norte e do nordeste, o teto foi de R$ 170 mil para R$ 180 mil — tudo isso em um cenário que o limite em todo território passou de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão. Essas alterações têm como proposta ampliar as possibilidades de uso do FGTS para que as pessoas possam adquirir imóveis mais caros aquecendo a economia

Outro ponto é que a política de incentivo em relação ao programa Minha Casa Minha vida agora é lei (Lei 13.970 de 2019), atuando sob um regime especial de tributação em relação a incorporação de imóveis residenciais no âmbito da iniciativa. Nela, já consta que as obras iniciadas a partir de janeiro de 2020 terão alíquota máxima de 4% para a construtora que foi contratada para iniciar as obras ou que já tenha trabalhos iniciados no âmbito do programa com o valor de até R$ 124 mil, entre outras determinações, sem falar nas mudanças anunciadas recentemente pelo governo federal. 

Além do programa passar a ter como prioridade municípios com até 50 mil habitantes, uma das principais novidades é que os beneficiários terão mais liberdade para definir como será o imóvel. No formato atual, o beneficiário recebe a casa pronta da construtora, porém, no novo programa, ele receberá um voucher, podendo escolher entre três opções: comprar a casa pronta, construir ou reformar.

Incentivo para o mercado imobiliário

No cenário atual, devido à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Caixa Econômica Federal adotou medidas com o objetivo de flexibilizar o pagamento de financiamentos habitacionais para todos os clientes, incluindo os contratos do Minha Casa Minha Vida. Entre elas estão:

  • Carência de 180 dias para novos contratos de financiamento;
  • Pagamento parcial dos encargos por 90 dias;
  • Liberação de até 2 parcelas na construção individual sem vistoria;
  • Negociação de contratos em atraso de 61 dias a 180 dias, com incorporação de encargos e pausa concomitante.
  Foto: Marcelo Camargo – Agência Brasil

As determinações apresentadas procuram controlar os impactos econômicos ocasionados pela situação, que exige medidas protetivas como o isolamento social, o que vem influenciando todas as áreas. Para saber mais detalhes sobre as medidas do banco e o programa Minha Casa Minha Vida, você pode acessar aqui

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